Friday, October 17, 2014

9 irrelevant people

(e suas fotos, como um jornal, acabam a servir para embrulhar o peixe)

Wednesday, October 15, 2014

movement

"He who does not move does not notice his chains.", Rosa Luxemburg

Wednesday, August 20, 2014

o meu quadro favorito

1884, Breton, em Chicago, Song of the Lark.
 

Monday, August 11, 2014

o mundo em que vives

Um simples facto sobre ti: tu nao conheces o mundo em que vives. Seja de forma literal, poetica, geografica ou fenomenologica. Na parte geografica...

Dos 242 paises do mundo, 158 tem mais de um milhao de habitantes (sendo Timor Leste o menos populoso destes 158 com 1,2 milhoes de habitantes). Destes 158, 86 paises do mundo tem mais de 10 milhoes de habitantes (estando Portugal no final desta lista).

Destes 86 grandes paises do mundo (com mais gente do que Portugal), listo alguns nomes de capitais:

Abuja
Dhaka (Daca)
Naypyidaw (Naipidau)
Dodoma
Khartoum (Cartum)
Kampala
Tashkent
Accra
Sanaa
Yamoussoukro
Antananarivo
Yaoundé
Ouagadougou
Niamey
Lilongwe
Bamako
Lusaka
N'Djamena
Harare
Juba
Port-au-Prince (Porto Príncipe)
Kigali

Saturday, April 12, 2014

óculos google - cyborgs - turing - poesia - teoria

É certo que não vão ser os computadores a fazerem as coisas que nós fazemos e a pensarem por nós e a serem como nós, a controlarem o nosso mundo. O que é certo é que nós nos tornaremos neles. A era dos cyborgs é a nossa era (óculos google).

Mas o importante é que os cyborgs dependem da máquina (entram em depressão se não estiverem ligados à rede, por exemplo, ao facebook) e, como tal, nós, de pés descalços na terra e de olhar posto no mar, estaremos sempre melhor preparados para a morte que nos espera. Os cyborgs não choram com poesia (teste de turing).

Critical Theory (da escola de Frankfurt) para idiotas:

Friday, February 28, 2014

Deleuze - words and the ground we see



Conseguiremos um dia viver o caos que caiu quando as palavras se levantaram?

Tuesday, February 18, 2014

"Jackie, j'ai ta cle de toute facon" (Derrida)


Este e' o meu documentario favorito: Derrida de roupao a perguntar pelas chaves a' mulher, a cortar o cabelo no barbeiro e, uma das mais classicas 'images' de um filosofo com os livros de fundo, aos 14m07s: "Antes de responder a' questao queria fazer uma nota preliminar sobre o caracter completamente artificial desta situacao (da entrevista) [CORTE]".



Derrida e' o grande disciplo de Heidegger e o que nos ensina e' este deslocamento (displacement) que ele tenta na entrevista (e que o realizador tenta no documentario): o procurar nas palavras (ou no mundo) os espacos para criar um desconforto, um deslocamento de perspectiva. Com isto Derrida consegue seguir o dito de Heidegger:
"The most thought-provoking thing in our thought-provoking time is that we are still not thinking."

Porque este deslocamento e' o inicio do pensamento. O problema e' o [corte] na pelicula que repesenta a realidade de se ter chegado a outro ponto qualquer onde o que podemos fazer e' voltar a buscar o deslocamento: como quem re-comeca a pensar continuamente.

A mim, tal como Gurdjieff (post anterior), Derrida faz-me rir.

Ora vejam: